E Por Que? * * * * * (INÉDITA de Dra. Elita) * * * * *
E por que buscaste, no incognoscível, as fibras com que teceste as peias que me puseste aos pés?
E por que, sem sentir espontaneamente a conjunção "e", acompanha a tudo o que escrevo ao sentir grandes emoções?
Será porque minha vida tem que buscar subsídios em episódios sentimentais para penetrar no ego próprio e insubstituível, sem negociações fazendo parte de nossa vida humana, sem se comprometer com a religião que nos dá o livre arbítrio para usá-lo e recebendo a complementação das leis que regem o universo e que nos chegam através dos países, dos estados, municípios, nos obrigando a respeitá-los e nos dando como presente a cidadania?
Muitas vezes, na vida, necessitamos parar.
Parar significa pausa na vida do ser humano.
Parar significa senso, que nem todos tem.
Vale a pena parar? Será que a pausa na análise de nosso comportamento interessa para mantermos o equilíbrio de nossa vida incomum?
Na minha maneira de agir e de pensar, sim, principalmente, se tivermos que lançar mão das últimas coisas que podem nos ajudar. Caso contrário, cada um pense e resolva; que seja este o meu grito de alerta como cristã, como mentalmente equilibrada e querendo mudar para melhor.
Elita Maria Bezerra de Andrade Medeiros
19 de abril de 2008.
Mais:
- Discurso Museu de Santa Quitéria.
- Outras obras literárias.
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